As fotos da paisagem marciana são uma daquelas provas de que, praticamente, “não existem impossíveis” para a arte, o engenho e a ciência, que os homens têm potenciado a tal ponto de quebrar sucessivas barreiras e limites.
A confirmação da existência de água sob a forma de gelo em Marte virá impulsionar novos desenvolvimentos nas próximas décadas; proporcionará concerteza novos grandes avanços na ciência.
Trata-se contudo de um empreendimento com tanto de fabuloso e atraente como de dificuldade e incerteza.
Marte localiza-se – na oportunidade de maior alinhamento com a Terra – a, pelo menos, 56 milhões de quilómetros.
Uma viagem a Marte demora um mínimo de 7 meses; uma expedição de ida e volta duraria sempre, pelo menos, dois anos, aproveitando o mais favorável alinhamento entre os dois Planetas.
A temperatura média no “Planeta Vermelho” é de 63 graus negativos; a gravidade é de apenas cerca de 1/3 da registada na Terra; a atmosfera é composta por 95 % de dióxido de carbono.
A existência de gelo em Marte poderá permitir que, após fusão, possam ser separados oxigénio (possibilitando eventualmente a sua respiração) e hidrogénio (que poderia funcionar como combustível).
Subsistem duas grandes questões: Como financiar este gigantesco empreendimento? Como usufruir – em todas as suas vertentes – as maravilhosas descobertas destas viagens?
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Publicado por Leonel Vicente em janeiro 26, 2004 01:32 PM | TrackBackQuando estivermos aflitos e a nossa solução estiver em Marte, o dinheiro há-de aparecer enquanto o Diabo esfrega um olho.
CC
não sei, mas às vezes não me importava nada de ir para lá morar
Afixado por: bota em janeiro 27, 2004 03:11 AM